Sejamos francos: quem aqui já parou para expor a questão da consciência em termos ecológicos? Sim, pois se há uma consciência qualquer, é justamente a ela que devemos o controle que podemos ter de nossas vidas e, por vezes, de nosso futuro.
E por acaso tem as pessoas levado a ecologia consigo aos recantos mais íntimos de suas vidas? Tem elas realmente dialogado em termos de custo-benefício ambientais com o mais reles sachet de maionese, ketchup, mostarda ou qualquer outro poluente pessoal desses?
Sejamos dignos o suficiente para reconhecermos que esta briga está apenas começando, e que somos tidos como tão loucos ou radicais quanto o era La Resistance antes da marcha sobre paris.
Melhor: tratemos de dissipar a ignorância que nos faz estúpidos ou incoerentes conosco. Mas vamos por partes, pois no nosso modelo de consumo é a partir do imaterial que se concretiza e materializa a maior parte do que chamamos vulgarmente LIXO!
