segunda-feira, 21 de abril de 2014
Retomada... agora vai. (!?)
Então, depois de bastante tempo pretendo retomar esse projeto despretensioso. Vamos ver... afinal isso é, de fato, mais uma pretensão! :)
terça-feira, 13 de julho de 2010
RETORNANDO
Bom, vejamos se agora conseguimos voltar a alimentar com calma este blog. Para tanto teríamos que começar com algo efetivo, de modo que hoje, simbolicamente, transmutei um litro e meio de óleo em algo mais útil - sabão - pois desde antes das primeiras postagens daqui que não comprava sabão em pasta, mas semana passada, não rolou!
Pelo menos não me dei por vencido e, antes do pote acabar, executei a transmutação. Parece pouco, mas é significativo. Se todos fizessem pequeninas coisas significativas todos os dias... provavelmente a própria natureza humana se transmutaria.
Pelo menos não me dei por vencido e, antes do pote acabar, executei a transmutação. Parece pouco, mas é significativo. Se todos fizessem pequeninas coisas significativas todos os dias... provavelmente a própria natureza humana se transmutaria.
sábado, 7 de novembro de 2009
STEVE IRWIN E ADY GIL NA PREPARAÇÃO PARA A BATALHA DAS BALEIAS
Piratas do Bem
Os Navios da Sea Shepherd, STEVE IRWIN e ADY GIL (Ex Earthrace) estão sendo preparados para a missão anual Antártida.
A tripulação luta diariamente dando seu melhor para que os mesmos estejam prontos antes do prazo e possam zarpar rumo ao continente gelado assim que possível nas primeiras semanas de Dezembro.A bordo temos uma Brasileira, Bárbara, que faz parte do time de mídia.
Frequentemente recebemos notícias dela e as últimas são de que todos lá estão a postos e preparados, a moral está alta e estão muito animados sabendo que os brasileiros os apóiam.
A MESSAGE TO OUR CREW IN AUSTRALIA:BRAZILIANS ARE BY YOUR SIDE. GO AND SEND THE JAPS BACK TO JAPAN.YAHOY TO ALL CREWMEMBERS.
Veja fotos e saiba mais em :
http://blog.seashepherd.org.br/2009/11/06/steve-irwin-e-ady-gill-na-preparacao-para-a-batalha-das-baleias/#respond
Piratas do Bem
Os Navios da Sea Shepherd, STEVE IRWIN e ADY GIL (Ex Earthrace) estão sendo preparados para a missão anual Antártida.
A tripulação luta diariamente dando seu melhor para que os mesmos estejam prontos antes do prazo e possam zarpar rumo ao continente gelado assim que possível nas primeiras semanas de Dezembro.A bordo temos uma Brasileira, Bárbara, que faz parte do time de mídia.
Frequentemente recebemos notícias dela e as últimas são de que todos lá estão a postos e preparados, a moral está alta e estão muito animados sabendo que os brasileiros os apóiam.
A MESSAGE TO OUR CREW IN AUSTRALIA:BRAZILIANS ARE BY YOUR SIDE. GO AND SEND THE JAPS BACK TO JAPAN.YAHOY TO ALL CREWMEMBERS.
Veja fotos e saiba mais em :
http://blog.seashepherd.org.br/2009/11/06/steve-irwin-e-ady-gill-na-preparacao-para-a-batalha-das-baleias/#respond
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sábado, 10 de outubro de 2009
Quem trabalha como eu, na área de educação, volta e meia é assediado por seus cordenadores e pela "QUASE OBRIGATORIEDADE" de entrar na onda do PPP. Sim, assim ó: Plano Político Pedagógico. O que nos faz por vezes pensar em PQP, sim... aquela. - E olha que sou de humanas héin! Fico imaginando o que passa na cabeça dos meus colegas de exatas.
Nessa hora respiramos fundo e pensamos: Não, que nada... deve ser legal! Vamos ver o que rola. Escutamos atentamente - eu tento mesmo - e buscamos respostas como loucos. Inclusive já até podemos antecipar os PPPs das Escolas Municipais para o ano de 2016. Vejam só! A educação é mesmo uma coisa muito séria: faremos o mesmo que fizemos no PAN, mudando os logotipos, datas e acrescentando alguns esportes - hum!!! Acho que para isso bastaria uma semana, mas tudo bem! Essa animação é fruto dos frutos do sistema de ciclos e de aprovação automática.
Mas, voltando: o que isso tem a ver com ecologia?
Resposta: tudo!
Tenho notado que:
1- sustentabilidade/ecologia tem entrado nesse "tipo" de roda de PPP
- isso não deveria ser o próprio conteúdo, o principal em qualquer cultura?
2 - o PPP Ecológico como todos os outros "pede" um evento ou feira, dita culminância
- o que "é vento" passa, isso não é uma postura adequada. O tema dispensa "ondas", precisa de efetividade: rolar para o dia-a-dia, se tornar uma CONDUTA no espaço escolar.
3 - PPP Ecológico em escola que usa copo descartável...
- incoerência, na boa. O descartável, ainda que sempre disponível, deve ser de uso eventual.
Bom, daqui vou puxar um capítulo a parte:
OS COPOS DESCARTÁVEIS
ou
O QUE VOCÊ TEM FEITO ANTES DE COBRAR DE ALGUÉM
Quando o copo descartável se torna de uso diário ele perde o sentido. Fabricado para estar disponível em locais públicos no lugar dos incomodos bebedouros, eles acabaram se tornando uma presença permanente em locais não tão públicos, por exemplo: empresas, escolas.
Vou pegar a segunda, prima da primeira.
Se uma criança presencia e participa, desde a mais tenra infância, do uso e descarte diários de copos descartáveis, qual a probabilidade desta criança pensar seriamente sobre o desperdício e impacto causado por esse tipo de hábito?
Se queremos formar hábitos nas crianças, devemos demonstrá-los no colégio: ninguém usa copo descartável em casa. A não ser em festas. E nas que rolam lá em casa é um para cada um e são todos lavados depois. Sem mesquinharia, sempre tem um montão, mas... para quê mesmo? Sim, sim, para eventualidades - alguém perde, esquece onde colocou, uma criança estraga - eventualidades...
Espero que na próxima dê para eu usar o meu arsenal de copos de requeijão: mais rígidos, confiáveis, cômodos e duráveis. De preferência com um desenho bem bacana:
Nessa hora respiramos fundo e pensamos: Não, que nada... deve ser legal! Vamos ver o que rola. Escutamos atentamente - eu tento mesmo - e buscamos respostas como loucos. Inclusive já até podemos antecipar os PPPs das Escolas Municipais para o ano de 2016. Vejam só! A educação é mesmo uma coisa muito séria: faremos o mesmo que fizemos no PAN, mudando os logotipos, datas e acrescentando alguns esportes - hum!!! Acho que para isso bastaria uma semana, mas tudo bem! Essa animação é fruto dos frutos do sistema de ciclos e de aprovação automática.
Mas, voltando: o que isso tem a ver com ecologia?
Resposta: tudo!
Tenho notado que:
1- sustentabilidade/ecologia tem entrado nesse "tipo" de roda de PPP
- isso não deveria ser o próprio conteúdo, o principal em qualquer cultura?
2 - o PPP Ecológico como todos os outros "pede" um evento ou feira, dita culminância
- o que "é vento" passa, isso não é uma postura adequada. O tema dispensa "ondas", precisa de efetividade: rolar para o dia-a-dia, se tornar uma CONDUTA no espaço escolar.
3 - PPP Ecológico em escola que usa copo descartável...
- incoerência, na boa. O descartável, ainda que sempre disponível, deve ser de uso eventual.
Bom, daqui vou puxar um capítulo a parte:
OS COPOS DESCARTÁVEIS
ou
O QUE VOCÊ TEM FEITO ANTES DE COBRAR DE ALGUÉM
Quando o copo descartável se torna de uso diário ele perde o sentido. Fabricado para estar disponível em locais públicos no lugar dos incomodos bebedouros, eles acabaram se tornando uma presença permanente em locais não tão públicos, por exemplo: empresas, escolas.
Vou pegar a segunda, prima da primeira.
Se uma criança presencia e participa, desde a mais tenra infância, do uso e descarte diários de copos descartáveis, qual a probabilidade desta criança pensar seriamente sobre o desperdício e impacto causado por esse tipo de hábito?
Se queremos formar hábitos nas crianças, devemos demonstrá-los no colégio: ninguém usa copo descartável em casa. A não ser em festas. E nas que rolam lá em casa é um para cada um e são todos lavados depois. Sem mesquinharia, sempre tem um montão, mas... para quê mesmo? Sim, sim, para eventualidades - alguém perde, esquece onde colocou, uma criança estraga - eventualidades...
Espero que na próxima dê para eu usar o meu arsenal de copos de requeijão: mais rígidos, confiáveis, cômodos e duráveis. De preferência com um desenho bem bacana:
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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Vamos nessa
E aí, 2009 indo para o terceiro mês - finalizando o primeiro quarto. Em março acaba o primeiro quarto, só faltarão três!!! E tem gente esperando o carnaval passar... "naquela" velha mentalidade.
Bom, o sabão vai bem, obrigado! Em testes públicos. Ainda sem enquete final, mas vai sair.
Essa foi só para abrir o ano.
Ainda estou besta por manterem a barbarização das crianças, enclausurando-as nos colégios 200 dias letivos. Em salas superlotadas na qual o analfabetismo grassa até séries avançadas: terminal do segundo ciclo, sexto ano, antiga quinta série... chamem como quiserem.
A infância de nossas crianças sucumbe, os horizontes de nosso adolescentes são ilusórios, nossos homens são marginalizados.
Ninguém está mais esperto por isso. Nem por causa dos malabarismos governamentais com os números que eles desejam mostrar e que são FALSOS!
É até ridículo falar nisso... aliás, triste. Demonstra a irresponsabilidade dos "sujeitos" alojados no poder público.
É assim:
Trancam-nas todas, roubando de umas uma infância mais plena; e de outras o apoio mais atento do mestre que deseja agraciar os de menor rendimento, auxiliar mais de perto aquele que precisa, aproveitar melhor o tempo com os que mais dele necessitam.
Querem que os professores trabalhem bastante?! Acham que trabalhamos pouco!? - Sem cafézinho, papo na copa, horário de almoço, GAVETA no escritório. Ar condicionado???
Nosso trabalho cruza conosco todos os dias na rua. E em geral sorrimos para ele, POIS AS CRIANÇAS NÃO TEM CULPA DE NADA.
Quem lhes usurpou as férias longas no nosso verão escaldante deve ter esquecido das próprias.
Quem satura o ano de aulas não deve ter sido mesmo um aluno brilhante, ou regular.
Quem rebaixou o regular ao ínfimo deve mesmo ter sido mesmo desinteressado.
Quem ignora os que são educados devem desejar somente seu trabalho escravo.
Quem planeja educar assim é mesmo inexperiente ou ignóbil em demasia.
Quem troca cargos na educação deveria estar a puxar cargas apenas.
Quem faz isso torna a todos refém da mais estúpida barbárie.
Quem pensa estar educando desse modo é ignorante.
Quem o faz de caso pensado é criminoso.
Quem o apóia é mesquinho.
Quem obedece também.
E quem lembra do ECA nessa hora sombria?
Bom, o sabão vai bem, obrigado! Em testes públicos. Ainda sem enquete final, mas vai sair.
Essa foi só para abrir o ano.
Ainda estou besta por manterem a barbarização das crianças, enclausurando-as nos colégios 200 dias letivos. Em salas superlotadas na qual o analfabetismo grassa até séries avançadas: terminal do segundo ciclo, sexto ano, antiga quinta série... chamem como quiserem.
A infância de nossas crianças sucumbe, os horizontes de nosso adolescentes são ilusórios, nossos homens são marginalizados.
Ninguém está mais esperto por isso. Nem por causa dos malabarismos governamentais com os números que eles desejam mostrar e que são FALSOS!
É até ridículo falar nisso... aliás, triste. Demonstra a irresponsabilidade dos "sujeitos" alojados no poder público.
É assim:
Trancam-nas todas, roubando de umas uma infância mais plena; e de outras o apoio mais atento do mestre que deseja agraciar os de menor rendimento, auxiliar mais de perto aquele que precisa, aproveitar melhor o tempo com os que mais dele necessitam.
Querem que os professores trabalhem bastante?! Acham que trabalhamos pouco!? - Sem cafézinho, papo na copa, horário de almoço, GAVETA no escritório. Ar condicionado???
Nosso trabalho cruza conosco todos os dias na rua. E em geral sorrimos para ele, POIS AS CRIANÇAS NÃO TEM CULPA DE NADA.
Quem lhes usurpou as férias longas no nosso verão escaldante deve ter esquecido das próprias.
Quem satura o ano de aulas não deve ter sido mesmo um aluno brilhante, ou regular.
Quem rebaixou o regular ao ínfimo deve mesmo ter sido mesmo desinteressado.
Quem ignora os que são educados devem desejar somente seu trabalho escravo.
Quem planeja educar assim é mesmo inexperiente ou ignóbil em demasia.
Quem troca cargos na educação deveria estar a puxar cargas apenas.
Quem faz isso torna a todos refém da mais estúpida barbárie.
Quem pensa estar educando desse modo é ignorante.
Quem o faz de caso pensado é criminoso.
Quem o apóia é mesquinho.
Quem obedece também.
E quem lembra do ECA nessa hora sombria?
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
É com muita satisfação que venho aqui informar sobre o sucesso dos testes - logicamente domésticos - feitos com o sabão de óleo reciclado: É ótimo! E tem sido usado para roupa, quintal, louça e limpeza em geral. E está dando muitíssimo certo.
Faz pouca espuma enquanto limpa na roupa e muita na louça e limpeza geral. Agora estou testando concentrações para um detergente de lavar louça tendo a mesma base por princípio. Este eu testei, mas pedi para um amigo testar também, para manter uma visão crítica da coisa.
E para evitar dúvidas vou ampliar o número de pessoas a testar o produto antes da próxima postagem. Uma delas a dona de casa mais caprichosa e experiente que conheço: minha Avó. Deixa só ela voltar para casa!
Além de reciclar o óleo o processo reutiliza uma série de embalagens plásticas que iriam na melhor das hipóteses demandar energia para serem recicladas: potes, garrafas, galões e até tetrapacks - que servem de molde para a base. Desse modo elas ganham uma vida a mais. É algo que todos podemos fazer.
Reutilizando acabamos por reduzir.
Ah! E lógico, nada melhor do que a sensação de transformar algo inútil e nocivo em algo útil e necessário. Para não falar da terapia proporcionada pelo simples processamento cuidadoso da matéria, pela mera "pausa-para-fazer-o-bem" - tão esquecida, reduzida ou relegada ao "um-dia-eu-faço". Aquela mutação do lixo em ALGO é por demais gratificante.
Pode parecer pouco, mas a reciclagem do óleo doméstico é fundamental e significativa para o meio ambiente. Em geral o recolhimento do óleo doméstico para reciclagem é muito incipiente ou pouco interessante economicamente para as indústrias.
Para que haja um recolhimento eficiente e permanente é necessária uma campanha educativa persistente, que seja criadora de hábitos definitivos e de colaboradores locais.
Agindo em condomínios, escolas, igrejas, estabelecimentos comerciais, casas e, principalmente, junto às pessoas pode-se chegar a um recolhimento satisfatório do óleo doméstico. Tornando-o um hábito, como por o lixo na lixeira ou na porta de casa, somaremos somente vantagens para o meio e para as pessoas.
Ninguém é "ecologista" só porque é legal. Preservar o meio é necessário ao mais egoísta dos seres humanos - ainda que ele ignore ou tente empurrar para outro.
A vontade das pessoas é por um mundo mais limpo...
Quem diria...
Para começar, basta um funil e uma garrafa.
Faz pouca espuma enquanto limpa na roupa e muita na louça e limpeza geral. Agora estou testando concentrações para um detergente de lavar louça tendo a mesma base por princípio. Este eu testei, mas pedi para um amigo testar também, para manter uma visão crítica da coisa.
E para evitar dúvidas vou ampliar o número de pessoas a testar o produto antes da próxima postagem. Uma delas a dona de casa mais caprichosa e experiente que conheço: minha Avó. Deixa só ela voltar para casa!
Além de reciclar o óleo o processo reutiliza uma série de embalagens plásticas que iriam na melhor das hipóteses demandar energia para serem recicladas: potes, garrafas, galões e até tetrapacks - que servem de molde para a base. Desse modo elas ganham uma vida a mais. É algo que todos podemos fazer.
Reutilizando acabamos por reduzir.
Ah! E lógico, nada melhor do que a sensação de transformar algo inútil e nocivo em algo útil e necessário. Para não falar da terapia proporcionada pelo simples processamento cuidadoso da matéria, pela mera "pausa-para-fazer-o-bem" - tão esquecida, reduzida ou relegada ao "um-dia-eu-faço". Aquela mutação do lixo em ALGO é por demais gratificante.
Pode parecer pouco, mas a reciclagem do óleo doméstico é fundamental e significativa para o meio ambiente. Em geral o recolhimento do óleo doméstico para reciclagem é muito incipiente ou pouco interessante economicamente para as indústrias.
Para que haja um recolhimento eficiente e permanente é necessária uma campanha educativa persistente, que seja criadora de hábitos definitivos e de colaboradores locais.
Agindo em condomínios, escolas, igrejas, estabelecimentos comerciais, casas e, principalmente, junto às pessoas pode-se chegar a um recolhimento satisfatório do óleo doméstico. Tornando-o um hábito, como por o lixo na lixeira ou na porta de casa, somaremos somente vantagens para o meio e para as pessoas.
Ninguém é "ecologista" só porque é legal. Preservar o meio é necessário ao mais egoísta dos seres humanos - ainda que ele ignore ou tente empurrar para outro.
A vontade das pessoas é por um mundo mais limpo...
Quem diria...
Para começar, basta um funil e uma garrafa.
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domingo, 19 de outubro de 2008
O Belo e o Ecológico

Queiramos ou não, a questão da beleza afeta muito a construção de um mundo mais ecológico. Quando as pesssoas olham para o mundo, dificilmente elas conseguem vê-lo. Seu olhar está viciado, seu modo de perceber já foi industrializado. O caminho para produtos mais orgânicos tem sido submetido aos parâmetros de acabamento do mundo industrial.
A coisa é tão séria, que certas práticas ecologicamente pertinentes, como a separação do dito lixo ou a compostagem são rejeitadas como coisas "feias" de se fazer. O próprio lidar com o chamado lixo é permeado pelo repúdio de se lidar com rejeitos industrializados em geral estéreis que foram LEVIANAMENTE descartados. A alcunha LIXO, nada tem a ver com sujeira, mas com um ar de rejeição e estigmatização estética.
Pare para pensar: qual a diferença de uma camisa de manga longa desbotada para uma curta e colorida? - É que a primeira aquece melhor do que a segunda. E SÓ! - Todo o resto procede de preconceitos estéticos patéticos e fundamentalmente superficiais. Aqui eu tinha usado a palavra infantis, mas as criancinhas são mais sábias e assim não procedem.
É sério. Somente num mundo em que a produção de idumentárias foi industrializada e banalizada, no qual se criou a necessidade de uma constante "renovação", e onde os "manequins" são tão mal alimentados é que se pode sustentar o que é chamado de Bonito e que mal e porcamente circula livre pelas ruas, apesar dos risos e protestos.A ampla INDÚSTRIA DA APARÊNCIA não tem sede, sócios ou patentes, ela permeia a sociedade como um todo e todos os ramos de negócios. Atendendo aos impulsos mais básicos da humanidade, entre eles o de posse (para não dizer consumismo), ela tem servido tão somente para manter o ritmo frenético de produção seja lá do que for em nome do "melhor" e mais "bonito" e para o bem da tal da "economia".
Aliás, uma economia na qual as pessoas trabalham mais para que as coisas do que para qualquer outra coisa. Ou qualquer outro alguém. Num processo contínuo e inquestionado que tem avolumado os rejeitos tanto materiais quanto humanos.
Até que idade se é jovem para trabalhar? E até que idade se é jovem para aposentar?
Melhor: por quê o trabalho foi dissociado da VIDA, em seu sentido mais amplo, do homem?
Eu acho essa imagem bem bonita! Linda! Por quê as pessoas cismam em complicar?
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